ATENÇÃO!!! NÃO DESPEJE SEU INQUILINO ANTES DE LER ESTE TEXTO

O COVID-19 não só mudou nosso dia a dia, como também atingiu economicamente muitos mercados. Diante do isolamento social, muitos negócios tiveram que fechar as portas por não verem alternativas de adaptar seus serviços.

Em razão disso, muitos funcionários tiveram seus salários reduzidos ou perderam seus empregos e com isso, a situação financeira de muitos deles foi prejudicada, implicando com que muitas contas cotidianas ficassem difíceis de serem quitadas, inclusive o aluguel.

No Brasil, segundo uma pesquisa do IBGE de 2018, dos 71 milhões de domicílios existentes, 12,9 milhões são alugados. Com um número tão alto, é fácil concluir que o mercado de aluguel de imóveis movimenta muito dinheiro dentro da economia brasileira.

Mas e agora, com todos os ‘’poréns’’, como o proprietário e o inquilino devem agir?

Descubra abaixo!

DESPEJAR ESTÁ FORA DE COGITAÇÃO

Além do inquilino ser protegido pela lei do inquilinato e pelas medidas adotadas pelo governo, ter um imóvel desocupado em plena pandemia pode trazer dores de cabeça.

Pense bem: se a economia vai mal, a possibilidade de um imóvel ser alugado, logo depois de ser desocupado, é pequena, afinal poucas pessoas se aventurarão em mudar no meio de uma crise. Fora que as dívidas que o imóvel gera terão que ser pagas pelo proprietário.

Então, considerar a melhor opção antes de tomar uma decisão mais drástica é algo muito mais viável.

UM ACORDO É MELHOR PARA TODO MUNDO

Nem o inquilino, nem o proprietário querem perder benefícios em meio à quarentena. Ninguém quer ser despejado ou quer perder sua fonte de renda, então o melhor a se fazer propor um acordo entre ambas as partes.

Independentemente de ser o dono ou a pessoa que aluga o imóvel, conversar sobre a possibilidade de o aluguel ser reduzido ou que um prazo maior seja dado para o pagamento, é muito mais vantajoso do que os dois lados saírem perdendo.

É importante que esse acordo seja firmado em papel ou em contrato para que inquilino e proprietário estejam cientes de todos os detalhes acordados.

Neste momento, o ditado ‘’mais vale um pássaro na mão do que dois voando’’ nunca fez tanto sentido. É preciso manter o bom senso e a mente aberta para aproveitar as oportunidades de garantir as fontes de renda do dia a dia e o teto sobre a cabeça.

No mais, vale manter a esperança de que as coisas voltem a seus devidos eixos para que o cenário econômico e o país voltem a se estabilizarem o quanto antes.

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